Primeiro surgiu
o grupo, depois o nome. Um grupo de
pessoas que peregrinaram juntas até
o Planalto Central por diversas
vezes, presenciando os seminários
com Jean Yves Leloup,
que tocou a cada um. Alguns também
se retirando com Leloup à beira mar,
em alguns dias de convívio com o
silêncio.
Daí a vontade de nos reunirmos uma
vez por semana, para doarmos nosso
tempo e nosso corpo ao silêncio. Um
grupo para a prática conjunta da
meditação. Motivados pelo
ensinamento do Evangelho que Leloup
nos coloca sobre a Samaritana.
Sentar-se junto à fonte que jorra em
todos os seres. Lembrar-se que os
verdadeiros adoradores adoram em “Aletheia
e Pneumati”, na atenção e no sopro.
Uma prática de buscar o seu
assentar, sua posição que
possibilite, ao mesmo tempo, o
relaxamento e a atenção. Uma busca
de sempre estar relaxado e atento, a
busca do cuidado.
Uma prática de deixar ser invadido
pelo sopro, acolhê-lo na
naturalidade, na espontaneidade que
brota no jorrar da fonte de água
viva, que nos vivifica e nos une.
Uma prática de inovação. Cada um, à
sua maneira, busca uma inovação
constante. Em todo instante, manter
a inovação do Nome, que nos liga à
fonte primeira de vida.
Buscamos então viver à escuta da
fonte que jorra em nós. Uma prática,
um caminho. Diversas tradições, nos
sentimentos companheiros de caminho.
Um grupo que busca permanecer no
Aberto. Um grupo aberto. Aberto a
todos que desejam o retorno ao
silêncio, à fonte que nos une.
Todas as 2ªs feiras no Celeiro.
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